Já perdi a conta de quantas vezes fui ghosteado. No início, doía. Hoje, entendo que não é sobre mim, é sobre a cultura de consumo emocional que a mulher moderna abraçou. Ghosting não é um erro inocente. É a manifestação da falta de responsabilidade afetiva que o feminismo libertou nas mulheres. Elas foram ensinadas a descartar homens como se fossem perfis de Netflix. Se não gostou do episódio, passa para o próximo. Sem explicação, sem respeito, sem humanidade. O que me incomoda não é o término. Terminar é parte da vida. O que me incomoda é a covardia. A pessoa some do mapa, bloqueia em tudo, e você fica ali, feito um otário, remoendo o que fez de errado. E não fez nada. A verdade é que ela já estava com o pé fora, mas faltava coragem para terminar. Então optou pela fuga. A Redpill me ensinou que o homem precisa ser a prioridade da própria vida. Se uma mulher some, você não corre atrás. O ghosting é um filtro. Quem faz isso está dizendo, sem palavras, que não tem maturidade emocional para um relacionamento. Isso é livramento. Mas não vou mentir: cansa. Cansa começar algo, se abrir, investir tempo e energia, e no dia seguinte a pessoa não existe mais. É a banalização do afeto transformada em jogo. E o pior é saber que ela vai fazer o mesmo com o próximo cara. A solução não é mudar elas. A solução é mudar a gente. Criar casca, fortalecer o discernimento e entender que ghosting é mais sobre o caráter podre de quem some do que sobre o valor de quem fica. Eu mereço mais do que silêncio. E você também.
John Rambo
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